Descubra os Exames que Detectam Doenças Precocemente e Salve Vidas

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Descubra os Exames que Detectam Doenças Precocemente e Salve Vidas

Manter a saúde em dia é algo que todos nós deveríamos priorizar, certo? Às vezes, a correria do dia a dia nos faz esquecer de cuidar de nós mesmos. Mas a verdade é que muitos problemas de saúde podem ser pegos bem no começo, antes mesmo de darem trabalho. E para isso, existem exames que detectam doenças precocemente. Ficar atento a esses exames pode fazer uma diferença enorme na sua qualidade de vida e, quem sabe, até salvar a sua vida. Vamos dar uma olhada em alguns deles?

Principais Pontos

  • Exames regulares ajudam a identificar problemas de saúde antes que se tornem graves.
  • Cuidar da saúde do coração com exames como eletrocardiograma e perfil lipídico é muito importante.
  • A detecção precoce de câncer, através de mamografia, colonoscopia e PSA, aumenta as chances de cura.
  • Monitorar a saúde metabólica, renal e hepática com exames simples pode prevenir complicações futuras.
  • Exames para tireoide, saúde óssea, neurológica e pulmonar também são ferramentas valiosas para um acompanhamento completo.

Exames Essenciais Para a Saúde Cardiovascular

Cuidar do coração é algo que a gente sempre ouve falar, né? Mas você sabe quais exames realmente ajudam a manter essa máquina funcionando bem e a pegar qualquer problema logo no começo? Pois é, o coração é um órgão que não perdoa descuidos, e a detecção precoce faz toda a diferença. Vamos dar uma olhada nos exames que são tipo o check-up geral do nosso sistema cardiovascular.

Eletrocardiograma: Um Raio-X do Coração

O eletrocardiograma, ou ECG, é um dos exames mais básicos e importantes. Ele basicamente registra a atividade elétrica do seu coração. É como tirar uma foto rápida do ritmo cardíaco e ver se tem alguma irregularidade. É um exame indolor e rápido, que pode identificar arritmias, infartos antigos e até problemas nas câmaras cardíacas. Não é um raio-x de verdade, mas dá uma visão geral do funcionamento elétrico.

Perfil Lipídico: Monitorando o Colesterol

Sabe aquele exame de sangue que pede para você ficar em jejum? Muitas vezes ele inclui o perfil lipídico. Ele mede os níveis de colesterol no sangue, tanto o “bom” (HDL) quanto o “ruim” (LDL), além dos triglicerídeos. Níveis alterados são um sinal de alerta para o acúmulo de gordura nas artérias, o que pode levar a doenças cardíacas sérias. Manter esses níveis sob controle é um passo grande para a saúde do coração.

Teste Ergométrico: Avaliando o Desempenho Cardíaco Sob Esforço

O teste ergométrico, também conhecido como teste de esteira, é para ver como seu coração se comporta quando está sob estresse. Você caminha ou corre em uma esteira enquanto o médico monitora seu ECG e sua pressão arterial. Ele ajuda a identificar se há alguma dificuldade no fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco durante o exercício. É um jeito prático de avaliar a resistência do seu coração.

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É importante lembrar que esses exames são ferramentas de diagnóstico. Os resultados devem sempre ser interpretados por um médico, que poderá indicar o melhor tratamento ou acompanhamento para cada caso individual. Não se automedique nem ignore os sinais que seu corpo dá.

Diagnóstico Precoce de Doenças Oncológicas

Detectar o câncer em seus estágios iniciais faz uma diferença enorme nas chances de tratamento e cura. É como pegar um problema pequeno antes que ele cresça e se complique. Felizmente, a medicina moderna nos oferece exames que são verdadeiros aliados nessa luta. Eles ajudam a identificar alterações suspeitas no corpo, muitas vezes antes mesmo que os sintomas apareçam. Pensar nisso pode dar um frio na barriga, mas a verdade é que a informação é a nossa melhor arma. Vamos conhecer alguns desses exames que podem salvar vidas.

Mamografia: Detecção de Câncer de Mama

A mamografia é um exame de imagem focado em detectar o câncer de mama. Ele usa raios-X para criar imagens detalhadas do tecido mamário. É recomendado que mulheres a partir dos 40 anos façam o exame anualmente, ou conforme orientação médica. A detecção precoce aumenta significativamente as chances de cura.

  • Como funciona: Uma compressão leve é aplicada na mama para espalhar o tecido e obter imagens mais claras.
  • O que pode detectar: Pequenos nódulos, microcalcificações e outras alterações que podem indicar câncer.
  • Frequência: Geralmente anual para mulheres acima de 40 anos, mas o médico pode indicar outra periodicidade.

A mamografia é um exame rápido e relativamente simples, mas sua importância é imensa. Ele permite que o câncer seja identificado em um estágio muito inicial, quando as opções de tratamento são mais eficazes e menos invasivas.

Colonoscopia: Prevenindo o Câncer Colorretal

A colonoscopia examina o interior do cólon e do reto. É um método eficaz para encontrar pólipos (lesões que podem se tornar cancerosas) e o próprio câncer colorretal em fases iniciais. A recomendação geral é que pessoas a partir dos 45 anos realizem o exame, ou antes, se houver histórico familiar.

  • Preparo: Envolve uma dieta especial e o uso de laxantes para limpar o intestino.
  • Procedimento: Um tubo flexível com uma câmera é inserido pelo ânus para visualizar todo o cólon.
  • Benefícios: Permite a remoção de pólipos durante o exame, prevenindo o desenvolvimento do câncer.

PSA: Rastreamento do Câncer de Próstata

O exame de PSA (Antígeno Prostático Específico) mede o nível dessa proteína no sangue. Níveis elevados podem indicar problemas na próstata, incluindo o câncer. É um exame importante para o rastreamento em homens, geralmente a partir dos 50 anos, ou antes se houver fatores de risco.

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  • O que é: Um exame de sangue simples.
  • Interpretação: Um resultado alterado não significa automaticamente câncer, mas requer investigação adicional.
  • Discussão: É importante conversar com o médico sobre os prós e contras do rastreamento com PSA, pois os resultados podem levar a biópsias desnecessárias em alguns casos.

Avaliação da Saúde Metabólica e Diabetes

Manter um olho na sua saúde metabólica é super importante, especialmente quando pensamos em diabetes. Essa condição, se não for controlada, pode trazer um monte de outros problemas de saúde. Felizmente, existem exames que nos ajudam a pegar tudo bem no comecinho, antes que vire uma bola de neve.

Glicemia de Jejum: Indicador de Açúcar no Sangue

Esse é um dos exames mais básicos e, ao mesmo tempo, um dos mais informativos. Basicamente, ele mede a quantidade de glicose (açúcar) no seu sangue depois de um período em jejum, geralmente de 8 a 12 horas. É um retrato rápido de como seu corpo está lidando com o açúcar que você consome.

  • Valores Normais: Geralmente abaixo de 100 mg/dL.
  • Pré-diabetes: Entre 100 e 125 mg/dL.
  • Diabetes: Acima de 126 mg/dL (confirmado em mais de uma ocasião).

É bom lembrar que esses valores podem variar um pouco dependendo do laboratório e das diretrizes médicas mais recentes. Sempre converse com seu médico sobre os seus resultados.

Hemoglobina Glicada: Visão Abrangente do Controle Glicêmico

Enquanto a glicemia de jejum dá uma foto do momento, a hemoglobina glicada (ou HbA1c) é como um vídeo. Ela mostra a sua média de glicose no sangue nos últimos 2 a 3 meses. Isso é feito porque a glicose se liga à hemoglobina nas células vermelhas do sangue, e quanto mais glicose, maior a ligação. É um exame excelente para ver se o tratamento está funcionando ou se você precisa de ajustes.

  • Meta para diabéticos: Geralmente abaixo de 7%.
  • Risco aumentado: Acima de 5.7%.

Teste de Tolerância à Glicose: Identificando Pré-Diabetes

Esse teste é um pouco mais elaborado. Você vai ao laboratório, faz a coleta de jejum, bebe uma solução bem doce de glicose e, depois, coleta sangue em intervalos regulares (geralmente a cada 30 minutos ou 1 hora, por umas 2 horas). Ele avalia como seu corpo processa uma carga de açúcar. É especialmente útil para diagnosticar diabetes gestacional e para identificar pessoas com pré-diabetes que ainda não têm alterações na glicemia de jejum.

Os resultados aqui são mais complexos e sempre precisam da interpretação médica, mas basicamente, eles mostram se o seu corpo está demorando demais para baixar os níveis de glicose após a ingestão.

Fazer esses exames regularmente pode fazer uma diferença enorme na sua saúde. Pegar o diabetes ou o pré-diabetes cedo significa que você tem mais tempo para mudar hábitos, ajustar a dieta e, se necessário, iniciar um tratamento, evitando complicações futuras como problemas cardíacos, renais e oculares. Não deixe para depois, cuide do seu metabolismo hoje!

Exames para Monitorar a Função Renal

Nossos rins, aquelas pequenas maravilhas em forma de feijão, trabalham sem parar para filtrar nosso sangue, remover resíduos e manter o equilíbrio de fluidos e eletrólitos. Quando eles começam a falhar, as consequências podem ser sérias. Felizmente, alguns exames simples podem nos dar um alerta precoce.

Creatinina Sérica: Avaliando a Filtragem Renal

A creatinina é um subproduto do metabolismo muscular. Seus rins são responsáveis por filtrá-la do sangue e eliminá-la pela urina. Quando os rins não estão funcionando bem, a creatinina se acumula no sangue. Um nível elevado de creatinina sérica é um forte indicativo de que os rins podem estar com dificuldades para realizar sua função de filtragem. É um dos marcadores mais comuns para avaliar a saúde renal.

Ureia Sanguínea: Indicador de Saúde Renal

Semelhante à creatinina, a ureia é outro resíduo que os rins filtram do sangue. Ela é produzida no fígado a partir da quebra de proteínas. Níveis altos de ureia no sangue, assim como a creatinina, podem sinalizar um problema renal. No entanto, a ureia pode ser influenciada por outros fatores, como dieta e hidratação, então geralmente é avaliada em conjunto com a creatinina para um quadro mais completo.

Exame de Urina Rotina: Sinais de Alerta Urinário

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Um exame de urina simples pode revelar muito sobre a saúde dos seus rins. Ele procura por coisas como:

  • Proteínas (proteinúria): Normalmente, os rins filtram as proteínas para que elas não passem para a urina. A presença de proteína na urina pode ser um dos primeiros sinais de dano renal.
  • Sangue (hematúria): A presença de glóbulos vermelhos na urina pode indicar inflamação ou lesão nos rins ou no trato urinário.
  • Células e cilindros: A análise microscópica pode identificar outros componentes que apontam para problemas renais.

A detecção precoce de problemas renais é fundamental. Muitas vezes, as doenças renais não apresentam sintomas claros nas fases iniciais, o que torna esses exames de rastreamento ainda mais importantes para quem tem histórico familiar ou fatores de risco como diabetes e hipertensão.

Rastreamento de Doenças Hepáticas

Nosso fígado é um órgão incrível, trabalha sem parar para desintoxicar nosso corpo, processar nutrientes e muito mais. Mas, como qualquer órgão, ele pode ter problemas. Identificar esses problemas cedo é a chave para um tratamento eficaz e para evitar complicações maiores. Felizmente, existem exames que nos ajudam a ficar de olho na saúde do nosso fígado.

Transaminases (TGO/AST e TGP/ALT): Marcadores de Lesão Hepática

Essas são duas enzimas que encontramos em abundância nas células do fígado. Quando o fígado sofre algum tipo de dano, seja por inflamação, infecção ou outra causa, essas enzimas podem vazar para a corrente sanguínea. Por isso, níveis elevados de TGO (ou AST) e TGP (ou ALT) no sangue são um sinal de alerta de que algo não vai bem com o fígado. Não é um diagnóstico definitivo, mas indica a necessidade de investigar mais a fundo.

Bilirrubinas: Avaliando o Funcionamento do Fígado

A bilirrubina é um pigmento amarelado produzido quando os glóbulos vermelhos se decompõem. O fígado é responsável por processar e eliminar a bilirrubina do corpo. Se o fígado não está funcionando direito, a bilirrubina pode se acumular no sangue, causando icterícia – aquela coloração amarelada na pele e nos olhos. Medir os níveis de bilirrubina total, direta e indireta nos dá pistas sobre onde pode estar o problema no processamento ou na eliminação dela.

Ultrassonografia Abdominal: Imagem Detalhada do Fígado

Este exame usa ondas sonoras para criar imagens do fígado e de outros órgãos abdominais. É uma forma não invasiva e indolor de visualizar o tamanho, a forma e a textura do fígado. A ultrassonografia pode detectar alterações como gordura no fígado (esteatose hepática), cistos, tumores, dilatação das vias biliares e sinais de cirrose. É um exame bastante útil para ter uma visão geral da estrutura hepática.

Exames para a Saúde da Tireoide

A tireoide, essa pequena glândula em forma de borboleta na base do pescoço, tem um papel gigante no nosso corpo. Ela controla o metabolismo, a energia, a temperatura corporal e um monte de outras coisas. Quando ela não funciona direito, a gente sente. Por isso, ficar de olho na saúde dela é super importante.

TSH: Hormônio Estimulante da Tireoide

O TSH, ou hormônio tireoestimulante, é tipo o maestro da orquestra da tireoide. Ele é produzido pela hipófise, uma glândula no cérebro, e manda a tireoide trabalhar. Se o TSH está alto, geralmente significa que a tireoide está preguiçosa (hipotireoidismo). Se está baixo, pode ser que a tireoide esteja acelerada demais (hipertireoidismo). É o primeiro exame a ser olhado na maioria das vezes.

T4 Livre e T3 Livre: Avaliando a Produção Hormonal

Depois de ver o TSH, é bom checar os hormônios que a própria tireoide produz: a tiroxina (T4) e a triiodotironina (T3). A gente geralmente pede o T4 livre e o T3 livre, que são as formas ativas desses hormônios circulando no sangue. Eles dão uma ideia mais clara de como a tireoide está realmente funcionando e se está produzindo hormônio demais ou de menos.

Ultrassonografia da Tireoide: Identificando Nódulos

Às vezes, a tireoide pode desenvolver nódulos, que são como “carocinhos”. A ultrassonografia é um exame de imagem que usa som para “ver” a tireoide. É um exame rápido, indolor e que ajuda a identificar se existem nódulos, qual o tamanho deles e se parecem suspeitos. Não é invasivo e dá um panorama visual bem legal da glândula.

É bom lembrar que alterações na tireoide podem causar sintomas bem variados, como cansaço, ganho ou perda de peso, alterações de humor, problemas de pele e cabelo. Ficar atento a esses sinais e fazer os exames de rotina pode fazer toda a diferença.

Detecção de Doenças Infecciosas e Imunológicas

Às vezes, nosso corpo luta contra invasores invisíveis, e é aí que entram os exames para essas áreas. Eles são como detetives, procurando pistas de infecções ou problemas no nosso sistema de defesa. Saber o que está acontecendo pode fazer toda a diferença, especialmente se pegarmos algo no comecinho.

Sorologias: Identificando Infecções Passadas ou Atuais

As sorologias são exames de sangue que buscam por anticorpos. Pense neles como as ‘marcas’ que nosso corpo deixa depois de ter entrado em contato com um vírus ou bactéria. Se os anticorpos estão lá, significa que houve uma infecção, seja agora ou no passado. Isso ajuda a diagnosticar doenças como hepatite, HIV, sífilis, e até mesmo a verificar se você tem imunidade contra certas doenças, como rubéola ou caxumba, após vacinação ou infecção prévia.

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  • Identificação de infecções: Detecta a presença de agentes infecciosos.
  • Avaliação de imunidade: Confirma se o corpo está protegido.
  • Monitoramento de tratamentos: Ajuda a ver se uma infecção está sendo controlada.

Hemograma Completo: Visão Geral da Saúde Sanguínea

O hemograma completo é um exame bem básico, mas super informativo. Ele olha para as células do nosso sangue: glóbulos vermelhos (que levam oxigênio), glóbulos brancos (nossa defesa) e plaquetas (que ajudam a parar sangramentos). Alterações em qualquer uma dessas contagens podem indicar um monte de coisas, desde anemia até infecções ou problemas na medula óssea. É um ponto de partida para entender o que está acontecendo no corpo.

PCR: Marcador de Inflamação e Infecção

O PCR (Proteína C Reativa) é uma substância produzida pelo fígado quando há inflamação no corpo. Se o seu nível de PCR está alto, é um sinal de alerta. Pode ser por causa de uma infecção (bacteriana ou viral), uma doença autoimune, ou até mesmo após uma cirurgia ou lesão. Ele não diz o quê está inflamado, mas mostra que algo está acontecendo e que o corpo está reagindo. É um bom indicador para acompanhar a evolução de doenças inflamatórias e infecciosas.

Saber se o corpo está lutando contra algo é o primeiro passo para buscar ajuda. Esses exames nos dão essa informação valiosa sem precisar de grandes procedimentos.

Avaliação da Saúde Óssea e Osteoporose

Nossos ossos, eles parecem tão fortes e imutáveis, né? Mas a verdade é que eles estão sempre se renovando, e com o tempo, especialmente depois de uma certa idade, essa renovação pode não acompanhar a perda. É aí que entra a preocupação com a saúde óssea e a osteoporose. Detectar problemas precocemente pode fazer toda a diferença na sua qualidade de vida.

Densitometria Óssea: Medindo a Densidade Mineral

Sabe aquela sensação de que algo não está certo com os ossos? A densitometria óssea é o exame que nos dá uma resposta clara. Ele usa uma dose baixa de raio-X para medir a densidade mineral dos seus ossos, geralmente na coluna e no quadril. É um procedimento rápido e indolor, e os resultados nos dizem se você tem osteopenia (uma perda óssea inicial) ou osteoporose (uma perda mais avançada que aumenta o risco de fraturas).

Níveis de Cálcio e Vitamina D: Essenciais para os Ossos

Cálcio e vitamina D são como os tijolos e o cimento da nossa estrutura óssea. Sem eles, tudo fica mais frágil. Medir os níveis desses nutrientes no sangue ajuda a entender se o seu corpo está recebendo ou absorvendo o suficiente.

  • Cálcio: Fundamental para a estrutura óssea e muitas outras funções do corpo.
  • Vitamina D: Ajuda o corpo a absorver o cálcio e também tem um papel importante na função muscular, o que pode ajudar a prevenir quedas.

Se os níveis estiverem baixos, o médico pode recomendar suplementação ou mudanças na dieta. É um cuidado simples que tem um impacto grande na saúde dos seus ossos a longo prazo.

Exames Neurológicos para Detecção Precoce

Nosso cérebro é uma máquina complexa, e às vezes, ele nos dá sinais sutis de que algo não está bem. Detectar problemas neurológicos no início pode fazer uma diferença enorme no tratamento e na qualidade de vida. É por isso que alguns exames de imagem são tão importantes.

Ressonância Magnética Cerebral: Imagens Detalhadas do Cérebro

A ressonância magnética (RM) é como tirar uma foto super detalhada do seu cérebro. Ela usa ímãs e ondas de rádio para criar imagens em fatias, mostrando tecidos moles com muita clareza. Isso ajuda os médicos a verem coisas que outros exames não pegariam, como tumores pequenos, sinais de AVC (acidente vascular cerebral) que ainda não causaram sintomas graves, ou inflamações em áreas específicas.

O que a RM pode detectar?

  • Lesões cerebrais sutis
  • Alterações em vasos sanguíneos
  • Doenças como esclerose múltipla
  • Problemas congênitos

Tomografia Computadorizada: Visualização Rápida de Estruturas Cerebrais

A tomografia computadorizada (TC), ou “scanner”, é mais rápida que a RM e usa raios-X para criar imagens. Ela é ótima para ver estruturas ósseas e também para detectar sangramentos ou fraturas no crânio rapidamente. Em situações de emergência, como após uma pancada forte na cabeça ou se houver suspeita de AVC hemorrágico, a TC é a primeira escolha por sua agilidade.

A rapidez na obtenção de imagens pode ser a chave para um diagnóstico e intervenção que salvam vidas em cenários neurológicos agudos.

Esses exames, quando indicados pelo médico, são ferramentas poderosas para antecipar problemas e garantir que o tratamento comece o quanto antes. Eles não são feitos de rotina para todo mundo, mas são super importantes se você tiver sintomas ou fatores de risco para doenças neurológicas.

Monitoramento da Saúde Pulmonar

Nossos pulmões trabalham sem parar, dia e noite, para nos manterem vivos. Mas, às vezes, eles precisam de uma ajudinha para que a gente saiba se tudo está correndo bem. É aí que entram alguns exames simples, mas que fazem uma diferença danada na detecção precoce de problemas.

Espirometria: Avaliando a Capacidade Pulmonar

Sabe quando você precisa soprar em um aparelhinho? Isso é a espirometria. É um teste bem tranquilo que mede o quanto de ar seus pulmões conseguem segurar e o quão rápido você consegue expeli-lo. É um dos jeitos mais diretos de ver como seus pulmões estão funcionando. Ele é super útil para diagnosticar doenças como asma e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), que podem passar despercebidas no começo.

O exame geralmente envolve:

  • Inspirar profundamente.
  • Soprar o ar o mais forte e rápido possível em um bocal.
  • Repetir o processo algumas vezes para garantir a precisão.

Radiografia de Tórax: Imagem dos Pulmões

A radiografia de tórax, ou raio-X do peito, é como uma fotografia rápida das estruturas dentro do seu peito. Ela pode mostrar coisas como pneumonia, acúmulo de líquido, ou até mesmo tumores em estágio inicial. É um exame rápido, que não dói e que dá uma visão geral importante.

Embora não seja tão detalhada quanto outros exames de imagem, a radiografia de tórax é um ponto de partida excelente para investigar sintomas respiratórios e pode indicar a necessidade de investigações mais aprofundadas.

Um Passo Simples para uma Vida Mais Longa

Então, é isso. Fazer aqueles exames de rotina pode parecer chato, eu sei. A gente sempre pensa ‘ah, depois eu faço’, né? Mas a verdade é que eles são como um mapa para a nossa saúde. Descobrir algo cedo muda tudo, de verdade. Às vezes, é só uma coisinha que dá pra arrumar rapidinho, outras vezes, é algo mais sério que precisa de atenção logo. Não espere o corpo dar sinais claros, porque aí pode ser tarde demais. Converse com seu médico, veja quais exames fazem sentido pra você e marque logo. Cuidar da saúde é o melhor presente que a gente pode se dar, e para quem a gente ama também. Não deixe para depois, sua saúde agradece.

Perguntas Frequentes

Por que é importante fazer exames de saúde regularmente?

Fazer exames de rotina é como dar uma espiadinha na sua saúde. Eles ajudam a descobrir problemas logo no começo, antes que fiquem sérios. Assim, o tratamento é mais fácil e as chances de cura são bem maiores. É um jeito de cuidar de você antes que algo dê errado.

Com que frequência devo fazer esses exames?

Isso depende muito da sua idade, do seu histórico familiar e se você tem alguma doença. Geralmente, a partir dos 40 anos, é bom conversar com o médico sobre quais exames fazer e com que frequência. Mas para algumas coisas, como o Papanicolau para mulheres, a recomendação pode ser antes.

Quais exames podem detectar problemas no coração?

Para o coração, exames como o eletrocardiograma (que vê a atividade elétrica do coração) e o teste ergométrico (que avalia como ele se sai durante o exercício) são muito úteis. O perfil lipídico também é importante para checar o colesterol.

Como os exames ajudam a prevenir o câncer?

Exames como a mamografia (para o câncer de mama) e a colonoscopia (para o câncer de intestino) podem achar células ruins antes mesmo de elas virarem um tumor. O PSA, para homens, ajuda a investigar a próstata. Detectar cedo faz toda a diferença!

O que são os exames para diabetes?

Os exames de glicemia de jejum e hemoglobina glicada medem o nível de açúcar no seu sangue. Se estiverem altos, podem indicar diabetes ou pré-diabetes, que é quando o açúcar está começando a subir. O teste de tolerância à glicose mostra como seu corpo lida com o açúcar.

Existem exames para saber se meus rins estão funcionando bem?

Sim! A creatinina e a ureia no sangue mostram se seus rins estão filtrando o sangue direitinho. Um exame de urina simples também pode dar pistas importantes sobre a saúde dos rins.

Quais exames são bons para a saúde dos ossos?

A densitometria óssea é o principal exame para medir a força dos seus ossos e ver se há risco de osteoporose. Medir os níveis de cálcio e vitamina D no sangue também ajuda a garantir que seus ossos estejam fortes.

E se eu quiser checar minha tireoide?

Para a tireoide, os médicos pedem exames de sangue para ver os hormônios TSH, T4 e T3. Às vezes, uma ultrassonografia da tireoide pode ser feita para olhar se existem nódulos ou outras alterações na glândula.

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